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Bumblebee, spin-off da franquia Transformers, ganha primeiro trailer; assista




Bumblebee, spin-off da franquia Transformers, ganha primeiro trailer; assista


O longa conta a história de origem do robô homônimo

Foi divulgado nesta terça, 5, o primeiro trailer do filme Bumblebee, spin-off da franquia Transformers que contará a história de origem do robô que dá nome ao filme e é bastante querido entre os fãs.

O vídeo mostra Bumbleblee como um fusca amarelo, anos antes de se tornar um Camaro, como ficou popular na cinessérie original, que já soma cinco longas até o momento. O enorme robô feito em computação gráfica terá como parceiros de atuação a atriz e cantora Hailee Steinfeld (que já recebeu uma indicação ao Oscar de Melhor Atriz Coadjuvante pelo filme Bravura Indômita, dos irmãos Coen) e o conhecido lutador de WWE John Cena.

A direção ficou por conta de Travis Knight (ele também comandou a animação indicada ao Oscar, Kubo e as Cordas Mágicas) que, pelo que mostra o trailer, deve manter as enormes doses de ação, explosões e destruição já ficaram instauradas como marca registrada de uma das franquias mais indicadas ao prêmio Framboesa.

Bumblebee tem data de lançamento prevista para dezembro. Assista ao vídeo abaixo.



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Sarah Paulson é uma das oito ladras que tentam roubar o Met Gala no spinoff Oito Mulheres e Um Segredo




Sarah Paulson é uma das oito ladras que tentam roubar o Met Gala no spinoff Oito Mulheres e Um Segredo


“Gosto do clima de camaradagem entre os personagens originais e é ótimo levar isso para um grupo de mulheres”, diz a atriz

Se for para cometer um crime, que seja em ótima companhia. Mais especificamente, ao lado de grandes estrelas do cinema e da música, como Sandra Bullock, Cate Blanchett, Mindy Kaling, Awkwafina, Rihanna e Helena Bonham Carter. Sarah Paulson (da série American Crime Story e do filme The Post: A Guerra Secreta) é o oitavo elemento de Oito Mulheres e Um Segredo, spinoff feminino do sucesso de bilheteria Onze Homens e Um Segredo (2001), que por sua vez é um remake do filme de mesmo nome de 1960. O longa traz Debbie Ocean (Sandra), irmã de Danny Ocean, que conhecemos nos filmes masculinos, reunindo uma equipe para roubar uma joia de Daphne Kluger (Anne Hathaway) durante o famoso jantar beneficente Met Gala, em Nova York.

O longa é mais um título a entrar na onda dos remakes e derivados com elenco feminino substituindo o masculino. A tendência, ao mesmo tempo que agrada e avança as intenções hollywoodianas de se tornar um ambiente mais igualitário e justo com as atrizes, também gera comentários vitriólicos na internet, mesmo que estejamos em pleno 2018. “É irritante”, diz Sarah. “Acho que as pessoas são criaturas de hábito e não gostam de ser desafiadas ou tiradas da zona de conforto. Mas o único jeito de encorajar uma nova maneira de pensar é expondo essa maneira ao mundo”, reflete. “Somos mais da metade da população, nossa presença nesse gênero de cinema, que geralmente é dominado por homens, só pode ser uma coisa boa.”

Sarah, ou melhor, a personagem dela, Tammy, contribui para essa equipe de mulheres tão finas quanto bandidas como uma espécie de “meio-campo”, “alguém que faz a ponte entre vendedor e comprador”, conforme conta. “Ela era parceira da personagem da Sandra, mas saiu desse mundo e virou dona de casa. Mesmo na nova vida, continuou aplicando um golpe modesto, mas com esse trabalho ela sai da aposentadoria.”

Fã tanto do Met Gala, ao qual foi algumas vezes, quanto de Onze Homens e Um Segredo – e de suas continuações, Doze Homens e Um Segredo (2004) e Treze Homens e Um Segredo (2007) –, Sarah está animada de participar de uma revolução na qualidade de papeis femininos. “Gosto do clima de camaradagem entre os personagens originais e é ótimo levar isso para um grupo de mulheres. Além disso, foi divertido ter tido a chance de apoiar uma grande causa nesse jantar extraordinário e glamoroso, e depois vê-lo recriado tão fielmente e poder cometer um crime no evento.”



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Bruce Springsteen: 10 coisas que você não sabia sobre o álbum Darkness on the Edge of Town




Bruce Springsteen: 10 coisas que você não sabia sobre o álbum Darkness on the Edge of Town


Descubra como o punk britânico e o country influenciaram esse clássico sombrio de 1978

Com o lançamento do álbum Born to Run, em 1975, Bruce Springsteen alcançou o posto de ícone do rock dos anos 1970, da forma como o conhecemos hoje em dia. Mas assim como sucesso, o terceiro disco da carreira do músico trouxe uma avalanche de problemas e dores de cabeça que acabaram por ditar o tom – assim como atrasar as gravações – do próximo trabalho que lançaria, Darkness on the Edge of Town.

Springsteen conta na autobiografia Born to Run, lançada em 2016, que precisou lidar com uma enorme quantia de contas para pagar: estúdio, aluguel de instrumentos e taxas de advogados. Além de tudo isso, o músico conta que tiveram também “brigas cansativas” relacionadas ao contrato que ele e a banda E Street haviam assinado, que legalmente os impedia de gravar músicas novas sem a permissão de Mike Appel, empresário deles que Springsteen estava processando na época, para conseguir se livrar dos impedimentos mencionados.

Apesar dos planos de começarem a gravar o novo disco em junho de 1976, foi só um ano depois, quando as questões jurídicas entre o músico e o empresário foram resolvidas, que as faixas que fariam parte de Darkness on the Edge of Town começaram a surgir. Lançado em 1978, três anos após o antecessor, o álbum revelou um artista com visão e sonoridade diferentes daquelas que o acompanhavam antes, apresentando músicas mais tensas, compactas e mais duras que qualquer outra já gravada por Springsteen.

Na autobiografia ele conta que o “protagonista nestas canções tinha que se despir de tudo que fosse desnecessário para a sobrevivência. Em Born to Run, uma batalha pessoal foi enfrentada, mas a guerra coletiva continuou. Em Darkness, as implicações políticas das vidas de quem eu escrevia sobre tomaram a dianteira, e busquei músicas que não poderiam ser contidas.”

Para comemorar o aniversário de 40 anos de Darkness on the Edge of Town, selecionamos dez curiosidades sobre o álbum que talvez você não saiba.

Darkness foi o primeiro disco que Bruce Springsteen gravou ao vivo com a E Street Band. Mas isso não significa que o processo tenha sido rápido ou eficiente.
Em 1977, a E Street Band – então formada pelo guitarrista Miami Steve Van Zandt, saxofonista Clarence Clemons, pianista Roy Bittan, Danny Federici no órgão, bassista Garry Tallent e pelo baterista Max Weinberg – havia se tornado um grupo de músicos que conseguiam quase que telepaticamente se desdobrar para realizar qualquer extravagância musical sugerida por Springsteen. Essa afinidade resultou na decisão do cantor em gravar Darkness ao vivo no estúdio com a banda, o que, infelizmente, se mostrou uma ideia pouco eficiente graças à interminável busca do músico pela sonoridade perfeita. Esse fator acabou atrasando as gravaçõe em semanas, tempo que Springsteen passou buscando a perfeita sonoridade de bateria, com a ajuda do coprodutor Jon Landau e o engenheiro de som Jimmy Iovine.

Clássicos do cinema norte-americano, como Rastros de Ódio e Vidas Amargas, inspiraram as músicas e o ritmo geral do álbum.
Apesar de Darkness on the Edge of Town não ser um álbum conceitual, no sentido clássico da expressão, Springsteen queria que as faixas tivessem uma sensação cinemática – ideia surgida após ter assistido a filmes como Rastros de Ódio, de John Ford, e dramas policiais noir dos anos 1940 e 1950.

Em uma entrevista à Rolling Stone EUA em 1978, o músico contou que as músicas que escreve “não têm um começo ou fim em particular. A câmera foca, e depois desfoca.”
No documentário The Promise: The Making of Darkness on the Edge of Town, lançado mundialmente em setembro de 2010, Chuck Plotkin, responsável pela mixagem do disco, contou que Springsteen queria que a transição entre músicas soasse cinematográfica. De acordo com o próprio compositor, a mudança da faixa de abertura “Badlands” para a seguinte, “Adam Raised a Cain” (que carrega um cinismo na letra influenciado pelo filme Vidas Amargas, dirigido por Elia Kazan em 1955) deveria soar da seguinte forma: “imagine que você está no cinema, e na tela, há um casal fazendo um picnic. Então, a câmera corta bruscamente para um cadáver. Todas vez que essa música aparecer durante uma audição do álbum, ela vai ser esse cadáver.”

A sonoridade e a atitude do álbum foram parcialmente inspiradas no punk britânico.
“Eu estava buscando um som mais enxuto, mais agressivo”, o músico contou no documentário The Promise, explicando porque decidiu abandonar a “fórmula” de sucesso que havia usado em Born to Run. “Eu queria tornar as canções mais rígidas, e gravar de uma forma que transmitisse a sensação de algo insaciável.”

Durante a edição de 2012 do festival SXSW, Springsteen disse à plateia que “Darkness também foi fundamentado pela explosão do punk na época. Eu comprei todos os discos do começo do punk”, afirmado que a sonoridade apresentada por eles era destemida, além de desafiar o ouvinte. “Grande parte dessa energia acabou penetrando em Darkness”.

O recém-descoberto amor de Springsteen pela música country contribuiu para a composição das letras
Assim como o punk contribuiu para a sonoridade do álbum, o country foi se mostrando cada vez mais influente na escrita do compositor, que se encontrava atraído pela simplicidade das letras e pela atitude muitas vezes fatalista, aspecto que ele descreve como “reflexivo, engraçado e comovente. Mas era fatal. O amanhã parecia bem obscuro.”

Os maiores hits das sessões de gravação do Darkness acabaram sendo músicas que ficaram de fora do álbum e ganharam voz através de outros artistas.
O período entre Born to Run e Darkness on the Edge of Town foi talvez um dos mais prolíficos da carreira de Springsteen como letrista. Ele escreveu aproximadamente 70 músicas para o disco, e alguns artistas acabaram se beneficiando dessa produtividade. Southside Johnny, Robert Gordon, Greg Kihn e Gary U.S. Bonds gravaram faixas escritas pelo músico que ele achou que não combinariam com o clima sombrio do álbum.
Os destaques, porém, ficam por conta do grupo The Pointer Sisters, que gravou “Fire” – música que Springsteen diz ter escrito em 1977 para ninguém menos que Elvis Presley –, virando um grande hit, e Patti Smith, que lucrou o maior sucesso da carreira com “Because the Night”, faixa que Springsteen diz não ter finalizado pois era “uma música de amor, e eu realmente senti que não conseguiria escrever uma naquela época”, ele conta em The Promise.

“Darkness on the Edge of Town”, “Racing in the Street” e “Badlands” foram faixas que Springsteen começou a escrever pelo título, criando depois o resto da letra
No processo de composição do disco, Springsteen tentou um novo método para escrever as letras. Essa nova abordagem consistia em escrever em um caderno títulos impactantes de músicas, para depois tentar desenvolver a letra em si. Ele contou à Rolling Stone EUA, em 2010, que escolhia o nome, e então “buscava uma canção que merecesse o título”, como foi feito em “Badlands”,“Darkness on the Edge of Town” e “Racing in the Street”, relembrando que, após ter a ideia inicial, pensava: “é bom eu criar algo que mereça esse título”.

O riff principal de “Badlands” foi retirado da gravação de “Don’t Let Me Be Misunderstood”, da banda The Animals.
Ao longo da carreira, Springsteen fez inúmeras homenagens à banda britânica The Animals, seja mencionando em entrevistas ou fazendo cover de “We Gotta Get Out of This Place” e “It’s My Life”.

Durante o discurso que fez no festival SXSW, em 2012, o músico revela que o riff principal da faixa “Badlands” foi diretamente retirado do hit “Don’t Let Me Be Misunderstood”, que a banda lançou em 1965. “É o mesmo riff”, ele exaltou, tocando a introdução das duas músicas lado-a-lado na guitarra. “Ouçam bem, jovens: é assim que um roubo bem-sucedido é feito”.

O álbum originalmente seria chamado Badlands, e o departamento de arte da Columbia Records já até havia criado uma capa.
Durante a maior parte da produção, o álbum levou o nome de Badlands, e o departamento de arte da Columbia Records inclusive chegou a produzir, em 1977, uma capa para o disco com esse título, em um ato desesperado de lançar logo novo material do músico.

A tracklist dessa versão prévia do disco exibia duas músicas que não estariam presentes no produto final: “Don’t Look Back” (oficialmente lançada apenas em 1998), substituída por “Darkness on the Edge of Town”, e “Independence Day” que, assim como “Drive All Night”, “Sherry Darling” e “Ramrod”, foram gravadas durantes as sessões de Darkness, mas chegariam ao público apenas no disco The River, de 1980.

O icônico solo de saxofone de Clarence Clemons na música “Badlands” foi uma adição feita de última hora
Conforme as faixas de Darkness começaram a tomar forma, Springsteen percebeu que a sonoridade agressiva e robusta que ele buscava exigia uma abordagem mais voltada para a guitarra, deixando menos espaço para a participação do saxofonista de longa data Clarence Clemons.

O disco já estava no estágio de masterização quando Springsteen se deu conta de que o projeto precisava de mais saxofone, então convocou Clemons para adicionar o icônico solo em “Badlands”. No documentário The Promise, ele recorda que a música tinha apenas um solo de guitarra, que foi retirado para que Clemons fizesse sua parte.

As fotos dos discos Darkness on the Edge of Town e The River são da mesma sessão feita em 1978 pelo fotógrafo Frank Stefanko.
Springsteen recorda que foi Patti Smith quem indicou para ele o fotógrafo Frank Stefanko, responsável pela sessão de fotos em 1978 que deu origem às capas de Darkness e The River. “Quando eu visitei [Patti] durante uma das apresentações no Bottom Line, ela me deu o nome desse fotógrafo, e disse ‘Você precisa deixar esse cara te fotografar’”.

O resultado do trabalho foi tão bom, que acabou levando Springsteen de volta ao ensaio dois anos depois, quando buscava uma capa para o sucessor de Darkness on the Edge of Town.



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Tremendão na Ativa: Erasmo Carlos inicia novo ciclo musical e retorna ao cinema




Tremendão na Ativa: Erasmo Carlos inicia novo ciclo musical e retorna ao cinema


“Esta moçada de hoje representa novas escolas. Na verdade, sou eu quem aprende com eles”, diz o cantor sobre os colaboradores do recém-lançado álbum Amor É Isto

São poucos os artistas do pop rock nacional surgidos no período pré-tropicalista que ainda têm moral com o público e com a crítica e também conseguem atiçar a imaginação das novas gerações. Erasmo Carlos é um desses raros exemplos. O Tremendão, que completa 77 anos no dia 5 de junho, ressurge com um disco de canções inéditas e retorna ao cinema, após décadas longe da tela grande. Estas são apenas algumas das atividades que irão ocupá-lo em 2018. O artista volta à cena após ter passado por complicações cardíacas. Erasmo não perde o bom humor e ainda tira uma com a sua saúde: “Bom, agora estou usando marca-passo. Posso dizer que me tornei um cantor tecno!”

O novo trabalho de Erasmo se chama Amor É Isto e saiu este mês pela gravadora Som Livre. Por muitos anos Erasmo lançou seus álbuns pelo selo Coqueiro Verde, de propriedade da família dele. O novo lar fonográfico o deixou animado. “Sim, é algo diferente, um novo ambiente, isso movimenta a vida”, exulta. Amor É Isto é o primeiro fruto de uma nova fase, que vem após a trilogia que teve Rock ‘n’ Roll (2009), Sexo (2011) e Gigante Gentil (2014). Erasmo explica que este é um disco mais orgânico, que remete ao que ele produziu no início da década de 1970. E que é basicamente um trabalho de canções avulsas, sem nenhum conceito amarrando-as.

Ele conta que o ponto de partida para o disco foi um livro de poemas que ele está preparando para o segundo semestre, 111 Poesias. “Eu comecei a juntar todo este material e vi que tinha muita coisa legal lá”, fala. “Então, pedi ajuda. Fui mandando estas letras para o Samuel [Rosa], para a Marisa [Monte] e para o Arnaldo [Antunes]. O Marcelo Camelo e o Nando Reis também me mandaram algumas melodias e isso foi me motivando a fazer novas canções.”

A produção de Amor É Isto ficou a cargo de Pupillo, baterista da Nação Zumbi. “Por muitos anos a Marisa Monte falava que eu deveria trabalhar com ele, que o Pupillo tinha um talento enorme. Verdade, ele se saiu muito bem.” Erasmo comenta humildemente que os jovens dizem que aprendem com ele, mas argumenta que é justamente o contrário. “Esta moçada de hoje representa novas escolas. Na verdade, sou eu quem aprende com eles. Essa é a graça.”

Um destes novatos que agora entram no quadrante de Erasmo é o rapper Emicida. Ele e Erasmo estão juntos em “Termos e Condições”. Mas o Tremendão não entra no hip-hop – não desta vez. A faixa, na verdade, é uma balada soul melancólica que poderia ter sido escrita por Cassiano, Hyldon ou qualquer mestre da década de 1970. Erasmo não esconde que é fã do MC da zona norte paulista: “Eu tenho uma visão geral sobre o mundo e ele compartilha essas mesmas ideias”, diz o cantor. “O Emicida não narra apenas o que acontece na periferia. O discurso dele abrange muitas coisas, temas universais.” O Tremendão adianta que a parceria gerou mais uma faixa, chamada “Abre Alas de Verão”, que estará no próximo disco de inéditas de Gal Costa.

O cantor e compositor está ciente do enorme culto acerca dos álbuns que lançou no começo dos anos 1970. Foi o período em que ele já havia deixado a inocência da Jovem Guarda para trás e embarcou em uma jornada musical mais madura, tanto nas melodias quanto nas letras e na produção. Discos como Carlos, Erasmo, Sonhos e Memórias e Projeto Salva Terra são muito valorizados e as edições em vinil trocam de mãos por uma boa soma. “Eu gosto muito daqueles antigos LPs”, comenta. “Só não sabia, ou melhor, não poderia imaginar que, com o tempo, eles teriam tanta influência sobre o trabalho de outras pessoas. Me preocupo em fazer algo bom sempre. Quem sabe o que eu gravo hoje também seja considerado de qualidade e valor daqui a 30 anos. Só o tempo vai falar se é realmente bom.”

Neste ano a estrela de Erasmo Carlos também brilhará na tela grande. Em 1972, ele foi um dos astros do drama Os Machões, dirigido por Reginaldo Farias. A atuação dele foi altamente elogiada e diversos críticos da época sugeriram que ele deveria continuar a atuar com regularidade, mas isso não aconteceu. No fim deste mês, porém, Erasmo retorna ao cinema com Paraíso Perdido, dirigido por Monique Gardenberg. No elenco estão Seu Jorge, Hermila Guedes, Marjorie Estiano e Jaloo, entre outros.

No longa, Erasmo é José, o patriarca de uma família pouco convencional. O universo do longa gira em torno de uma boate decadente cuja maior atração é a execução da chamada música brega. O artista detalha o processo: “A Monique pediu que eu assistisse ao filme O Leopardo (1963), estrelado pelo Burt Lancaster, para que eu entrasse na atmosfera dramática que ela queria”. As filmagens ocorreram em São Paulo. Eu vinha para a cidade e exercia minha disciplina para entrar na pele daquele personagem. Usei uma peruca e me entreguei ao trabalho.” Para o cantor, interagir com um elenco de jovens atores foi incrível: “Também aprendi muito com eles a cada dia de trabalho”, fala.

No segundo semestre, a estrela do cantor brilhará novamente na tela grande, mas de uma outra maneira. Finalmente irá estrear Minha Fama de Mau, a biografia cinematográfica baseada no livro homônimo que ele lançou em 2009. O longa, que se encontra em pós-produção, irá contar a trajetória dele desde os tempos em que era um jovem roqueiro no bairro da Tijuca, no Rio de Janeiro, chegando até a consagração na Jovem Guarda. Erasmo será vivido pelo ator e cantor Chay Suede. O Tremendão está contando os minutos para ver o resultado. “Só sei que já terminaram as filmagens, mas eu não vi nada ainda. Eu apenas escrevi o livro. O resto ficou por conta do diretor, o Lui Farias, e da turma que se encarregou do roteiro.” Mas, se Erasmo não se envolveu com o acabamento dramático, ele deu alguns pitacos em relação à parte musical: “A trilha sonora está muito boa”, diz. “O Chay e o Gabriel (Leone), que vive o Roberto Carlos, cantaram tudo direitinho”.



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Demi Lovato contrata prostituta para fazer pegadinha e é acusada de assédio sexual; entenda




Demi Lovato contrata prostituta para fazer pegadinha e é acusada de assédio sexual; entenda


“Ela entrou no quarto sem permissão e pegou na ‘área’ dele, e ele surtou hahahahaha”, publicou a cantora em tuíte já deletado

No último domingo, 3, a cantora Demi Lovato tuitou que havia contratado uma prostituta de Las Vegas para entrar no quarto de hotel de um dos seguranças que a acompanha nos shows e pregar uma peça nele. Segundo a publicação, “ela entrou no quarto sem permissão e pegou na ‘área’ dele, e ele surtou hahahahaha”, relatou debochando.

O tuíte, que já foi apagado, reverberou negativamente, e recebeu diversas críticas por parte dos fãs da cantora. Usuários do Twitter deixaram respostas como: “então você contratou alguém para abusar sexualmente dele”, e “isso é abuso sexual por parte da Demi e da outra mulher. Estou enjoada.”

A cantora então se desculpou e publicou que “para todos vocês que estão me acusando agora, ouçam a letra de ‘Warrior’ [música autoral dela] e talvez vocês tenham mais compaixão com alguém que cometeu um simples erro. Se tem alguém que sabe sobre abuso sexual, sou eu. Vocês não tem que me educar.”

Veja abaixo o tuíte já apagado e as justificativas publicadas por Demi após as críticas.



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Chris Rock “cutuca” Kanye West no evento de lançamento do disco Ye




Chris Rock “cutuca” Kanye West no evento de lançamento do disco Ye


Saiba o que rolou na festa organizada pelo rapper para apresentar o novo álbum em primeira mão para celebridades do hip-hop e de Hollywood

Na última quinta, 31, Kanye West organizou um evento para promover o lançamento do disco Ye, oitavo trabalho do variado, criativo e aclamado catálogo do rapper. Realizado em uma fazenda no vale de Jackson Hole, no estado de Wyoming, West reuniu celebridades de Hollywood e veteranos e novos nomes do mundo do hip-hop.

Quem deu as honras e iniciou a tão aguardada audição foi o ator e comediante Chris Rock. Com piadas improvisadas, ele deu as boas-vindas aos convidados e, momentos antes de chamar o artista que todos estavam lá para ver, brincou: “Lembrem-se, o hip-hop foi a primeira expressão artística criada por negros livres. Nenhum negro usou da liberdade como Kanye West.”

O local onde foi realizada a festa é uma região pouco populosa, com uma vista de tirar o fôlego para as cordilheiras de Teton e Gros Ventre, e serve de santuário criativo para West desde o lançamento de The Life of Pablo, em 2016.

Diferente do que fez para celebrar o lançamento de TLoP há dois anos (ele lotou de convidados o complexo Madison Square Garden, em Nova York), West desta vez apostou em algo extravagante, um pouco menor, mas com um objetivo claro e certeiro. Com um jato particular saindo do aeroporto JKF, em NY, o rapper levou ao rancho vários integrantes da mídia, como jornalistas e apresentadores de programas de rádio, algumas celebridades de Hollywood e artistas renomados do cenário do rap.

Por volta das 22h, os convidados foram instruídos a se reunirem em volta de uma fogueira que estava sendo cultivada desde o início da festa. Ao redor do fogo e no meio de todo o bucolismo evocado pelas montanhas cobertas de neve e pelos cavalos passando ao fundo estavam caixas de som, empilhadas para que o disco fosse apreciado da melhor forma possível.

Durante a audição, West e alguns amigos, que provavelmente já tinham ouvido o disco, cantaram, pularam e agitaram os braços. Isso ao longo da chocante duração total de 23 minutos do álbum.

Após o inesperado fim das sete faixas que compõe o trabalho, Kanye West ouviu de alguém que estava na plateia aquilo que pode ser interpretado como um voto de confiança: “toca de novo!”, gritaram. Momentos depois, Ye estava começando novamente.



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Kanye West lança o álbum Ye em audição lotada de celebridades




Kanye West lança o álbum Ye em audição lotada de celebridades


O oitavo disco do rapper conta com participações de Nicki Minaj, Kid Cudi e Willow Smith

Kanye West lançou nesta sexta, dia 1, o álbum Ye, oitavo disco da carreira do rapper norte americano. Para promover o trabalho, ele organizou uma audição, em uma fazendo no vale de Jackson Hole, no estado de Wyoming. No evento, compareceram apenas convidados escolhidos a dedo: centenas de jornalistas, celebridades e veteranos da indústria fonográfica. Chris Rock, Jonah Hill, Lil Yachty, 2 Chainz e Nas foram alguns dos nomes que tiveram a oportunidade de ouvir o lançamento em primeira mão.

Com sete faixas e somando um total de 23 minutos de duração (ganhando o posto de trabalho mais curto do catálogo de West), Ye conta com a participação de Nicki Minaj, Ty Dolla $ign, Jeremih, Kid Cudi (com quem tem um disco conjunto previsto para lançar dia 8 de junho), Charlie Wilson e Willow Smith.

Como não podia faltar, o álbum carrega referências a diversas polêmicas envolvendo o próprio Kanye West, como o comentário que fez sobre os anos de escravidão terem sido uma escolha, o suposto apoio a Donald Trump, e também controvérsias do mundo atual, como o envolvimento do atual presidente norte americano com a atriz pornô Stormy Daniels e o movimento #MeToo.

A capa do disco exibe uma foto do pôr do sol de Wyoming e a frase “I hate being bi-polar it’s awesome” em letras verde neon. De acordo com um tuíte que Kim Kardashian, esposa do rapper, publicou na manhã desta sexta, 1, o retrato foi tirado por West quando estava a caminho da audição.

O recém lançado e aclamado novo trabalho do rapper Pusha-T, Daytona, foi inteiramente produzido por Kanye West, sendo um dos vários lançamentos em que ele está envolvido e que estão por vir.

Veja abaixo a tracklist de Ye.

1 – “I Thought About Killing You”
2 – “Yikes”
3 – “All Mine”
4 – “Wouldn’t Leave”
5 – “No Mistakes”
6 – “Ghost Town”
7 – “Violent Crimes”



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Deus É Essa Mulher – Rolling Stone Brasil




Deus É Essa Mulher


Com 60 anos de carreira fonográfica, Elza Soares lança um contundente álbum de inéditas sem se escorar no passado

‘‘Deus é a mãe!” a frase é o último verso proferido por Elza Soares no incisivo discurso presente nas letras das 11 músicas de Deus É Mulher, 33º álbum dessa valente cantora carioca que completa 88 anos em junho. Tal afirmação soa como “caco” inserido por Elza na música “Deus Há de Ser” (Pedro Luís) no disco produzido por Guilherme Kastrup e pela mesma turma de músicos que deu forma ao celebrado álbum anterior da artista, A Mulher do Fim do Mundo (2015). Para Elza, Deus está mesmo personificado na figura da mãe, Rosária, dura na queda com a filha que pariu em junho de 1930. “Tenho uma foto com minha mãe na cabeceira da cama. Que mulher guerreira ela foi! O vigor que eu tenho foi minha mãe que me passou”, ressalta a filha devota.

Leia a íntegra da entrevista com a cantora publicada na edição 130, maio/2017, da Rolling Stone Brasil.

Ela recorreu a esse vigor para percorrer o mundo durante dois anos e meio com a turnê do álbum de 2015, encerrada com apresentação ao ar livre na Praça Mauá, no centro do Rio de Janeiro, em 21 de abril. “A gente chegou no limite! Havia a necessidade de lançar um novo trabalho”, reconhece a cantora, que já engata outra turnê (com o show Deus É Mulher), programada para entrar em cena em 31 de maio em São Paulo.

O novo trabalho chega pautado pela energia feminina, fio condutor de músicas como “Banho”, composta por Tulipa Ruiz para Elza e gravada pela cantora com as vozes e percussões do Ilú Obá de Min, bloco afro-paulistano formado somente por mulheres.

Negra que sofreu violências físicas e psicológicas na caminhada do morro para o asfalto, Elza celebra o quanto foi feito pela liberdade feminina, mas sabe o quanto ainda precisa ser batalhado pela igualdade entre os sexos. “A mulher já nasce sangrando. Ainda tem que trabalhar muito pelo respeito à mulher. Mas vamos à luta”, conclama, satisfeita de ter presenciado em Buenos Aires passeata contra a impunidade do assassinato da vereadora Marielle Franco, executada em março. “Eu me vi representada ali”, ressalta.

Em Deus é Mulher, a cantora dá voz ao que se cala, como ela mesma anuncia ao abrir o disco a capela com os versos de “O Que Não se Cala”, música de Douglas Germano, o mesmo compositor de “Credo”, samba com peso roqueiro que não atenua a força de dizeres como “Minha fé quem faz sou eu”. Elza segue a própria religião. “Minha filosofia é espírita. Jesus é um espírito. Sem o espírito, o corpo não funciona”, pondera.

Formatado em esquema noise, cheio de ruídos, o disco prima pela contundência das letras, qualidade determinante na seleção do repertório. “Tinha muita música. O Kastrup trouxe cerca de 50. Escolhi as que me permitiam falar forte. Eu fico muito presa às letras, ao que estou querendo dizer”, conta Elza, que acerta o passo do frevo, insinuante e sexual, em “Eu Quero Comer Você”, faixa de Romulo Fróes e Alice Coutinho (também compositores de “Língua Solta”, outra canção do álbum).

Por mais que alguns músicos e compositores sejam os mesmos do álbum de 2015, Deus É Mulher é caracterizado como outro passo na trajetória da cantora. “Não é uma continuação com a mesma proposta. Não quis fazer A Mulher do Fim do Mundo 2. Se eu tivesse feito isso, aí eu não sentiria que estava sendo a Elza Soares”, argumenta. Ser a Elza Soares significa dar voz a um samba-punk, como “Exu nas Escolas”, composto por Kiko Dinucci e aditivado na gravação com o rap do paulistano Edgar. A letra versa sobre a falência moral e social que compromete a educação das crianças do Brasil. “Olha que pedrada!”, sublinha a cantora, orgulhosa por dar voz aos sem-voz. Ser a Elza Soares também é saber se alimentar do ruído cotidiano que entra pela janela do prédio em que a cantora mora, de frente para a praia de Copacabana. “Esse barulho é bom para mim. Quero ficar dentro desse ninho. Eu vivo dentro de uma gaiola. Sou um canário. E vivo literalmente para cantar. Por isso, eu me cuido muito. Não fumo nem bebo”, explica ela, que ainda anda com dificuldade por causa de uma queda que lesionou a coluna da artista há cerca de dez anos.

Curiosamente, Copacabana, o bairro carioca, foi cantado por Elza há 60 anos, no primeiro raríssimo disco da artista. Foi em 1958 que ela entrou em estúdio pela primeira vez para gravar um 78 rotações com dois sambas do amigo e incentivador Moreira da Silva, “Brotinho de Copacabana” e “Pra Que É Que Pobre Quer Dinheiro?” O disco foi lançado em 1959 pelo pequeno selo Rony, mas foi somente depois, em dezembro daquele mesmo ano, que o Brasil conheceu a voz de Elza Soares com a gravação emblemática do samba “Se Acaso Você Chegasse”.

São 60 anos de lutas e discos. “Quantas águas rolaram de lá pra cá! Quantas pedras eu tive que chutar de lá pra cá com os pés ferindo, sangrando. Se eu parar para pensar, eu fico louca”, rememora a cantora. Contudo, como o tempo, ela não para. E, como sentenciou o título da biografia lançada em 1997, Elza da Conceição Soares canta para não enlouquecer.



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A Última Palavra: Questlove – Rolling Stone Brasil




A Última Palavra: Questlove


Baterista do The Roots fala sobre seguir lições do pai, “síndrome de impostor” e superar “momentos torta na cara”

Quem são seus heróis?
Meu pai [o cantor de doo-wop Lee Andrews] me ensinou tudo o que sei sobre a indústria da música, mas se você está falando de quem admiro e idolatro na minha vida cotidiana o Pai é Don Cornelius, o Filho é Prince e o Espírito Santo é Michael Jackson. A primeira coisa que faço toda manhã é ver um episódio de Soul Train. Por quê? Não sei. Porque posso. Sempre há alguma surpresa do Prince por aí. E as últimas três entrevistas no meu podcast são fortemente relacionadas com Jackson.

Qual é o melhor conselho que já recebeu?
Meu pai sempre foi um bandleader rigoroso e disciplinador quando se tratava de manter a coisa funcionando. Isso me marcou. De alguma forma, virei ele, especialmente com o Roots. Ele também sempre dizia que eles não podem te pegar se não podem te culpar de nada. Acho que é provavelmente por isso que não bebo.

Que conselho daria a um Questlove adolescente?
Se o Questlove pudesse voltar no tempo e dizer ao meu eu de 19 anos que estaria prestes a enfrentar a batalha de 25 anos mais difícil de sua vida, ele continuaria na luta? [Ao longo dos anos] tive ataques de pânico por causa de [outras pessoas ganharem] capas desmerecidas da Rolling Stone. Dei piti, joguei copos. Desisti muitas vezes, mas sempre havia a esperança de que, um dia, chegaria lá. Pulei no rio e havia piranhas e tubarões, mas, até onde sei, estou 150 metros à frente deles.

Seu novo livro, Creative Quest, é um “livro de autoajuda para quem faz música e arte”, como descreveu. Nele, há um capítulo sobre lidar com o fracasso. Por quê?
Houve muitos momentos torta na cara. “Ah, você é o Questlove e é um ícone e todos te amam”, mas choro com resenhas de discos e fiz projetos horríveis. É importante que as pessoas saibam.

Você sofre de “síndrome de impostor”?
Todos os dias da minha vida. Tentei explicar para a minha namorada recentemente: “Olha, algumas pessoas neste mundo me consideram o Superman, mas você está com o Clark Kent”. Muitos de nós somos assim. O motivo para existirem guarda-costas e ambientes vip é principalmente porque muitas celebridades não querem que você saiba o quanto elas são comuns e normais. Prefiro acabar com todas as expectativas e te mostrar desde o começo que não tenho nada de super.

Quais são as regras mais importantes para seguir na vida.
Pare de atrapalhar você mesmo. Quando escrevo sobre isso, tento explicar estar no estado alfa em que você faz as coisas tão naturalmente que não pensa demais nisso. Sei que pareço aquele cara estranho para quem sempre revirei os olhos, mas meus colegas pensam demais nas coisas e me ligam às 4h dizendo: “Não consigo!” O pânico é o modo normal das pessoas. Elas não confiam na Força. Fico espantado por “Get Out of Your Own Way”, do U2, não ter feito mais sucesso.

Você escreve que sua reação ao ver a inovação criativa de outra pessoa é ser “tomado por uma espécie de paralisia”. Qual foi a última coisa que te fez congelar?
[Dave] Chappelle fez um show particular de quatro horas no clube de comédia Comedy Store no NBA All-Star Weekend. Ele está em sua fase “free jazz do [John] Coltrane de meados dos anos 1960”. Especialmente agora, quando as pessoas acham parte da obra dele problemática. Ver Chappelle ter tanta confiança… ele passou 30 minutos falando sobre suco de abóbora. Trinta minutos! Fico totalmente maravilhado com qualquer um que seja tão confiante na ciência de seu trabalho. Ele sabe que é uma mistura de Mel Blanc com Richard Pryor. É hipnotizante.

O que te levou a tocar sets de horas como DJ?
Existe muito tédio na estrada quando você sai do palco à meia-noite e há garotas e tequila ali. Então, garanti que teria algo para fazer entre 0h30 e 4h. Não quero começar a usar cocaína. Ser DJ era a minha cocaína.

Quão longe você acha que o Roots teria ido se tivesse mantido o nome original, Black to the Future?
[Risos] Nada longe. Um álbum e acabou. Esses [tipos de] nomes de banda nunca… pois é. Só que [algum colecionador] teria pago US$ 500 por aquele único disco.



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Em SP, o carismático Harry Styles justifica título de um dos maiores ídolos da atualidade no pop




Em SP, o carismático Harry Styles justifica título de um dos maiores ídolos da atualidade no pop


Integrante do One Direction trouxe turnê de primeiro disco solo ao Espaço das Américas na
última terça, 29

O Espaço das Américas, tradicional casa de shows localizada no bairro da Barra Funda, em São Paulo, ficou pequeno para o apaixonado e numeroso público de Harry Styles. Apesar de a
apresentação estar marcada para às 21h, desde o início da noite, na última terça, 29, a rua Tagipuru estava lotada com adolescentes em busca de ingressos, esgotados há meses na bilheteria.

E tal animação só aumentava do portão para dentro. Armada de bandeiras, camisetas, faixas e antecipando refrãos que apareceriam no setlist, a plateia majoritariamente feminina da noite
ignorou a capacidade do local, para oito mil pessoas, e construiu um clima de estádio. Pouco antes do show de abertura, com Leon Bridges, até mesmo um grito político ecoou no local transformado em um reduto do pop, e o público repetiu: “Fora, Temer”.

O ambiente eufórico beneficiou Bridges. Apesar de pouco conhecer as letras das faixas que mesclam soul, rhythm & blues e pop, o público de Styles embalou a performance do norte-
americano com palmas. Em uma apresentação breve, o cantor mostrou consistência e intercalou faixas do disco de estreia, Coming Home (2015), e do recente Good Thing (2018), sem optar por covers para conquistar os presentes.

Mas, às 21h, ficou claro que até então a plateia havia dado apenas uma amostra do que faria. Quando as luzes se apagaram e os primeiros acordes de “Only Angel” tocaram, os gritos foram
ensurdecedores. A sequência inicial, formada por cinco músicas do debute solo do britânico, Harry Styles (2017), estava na ponta da língua de todo mundo.

“Boa noite! Tudo bem? Obrigado!”, disse Styles, antes de cantar a primeira canção do One Direction da noite, “Stockholm Syndrome”. A comoção do momento contextualizou o sucesso do britânico, que apesar de estar afastado do grupo desde 2015, ano em que o 1D entrou em hiato, ainda brilha e se apoia um pouco nas glórias da boyband. Alguns minutos depois, o flashback continuou em um palco montado no centro da casa, em que Styles emocionou com uma versão acústica de “If I Could Fly”, do último disco do grupo, Made in the A.M. (2015).

Mas, ainda que dê aos fãs um pouco da antiga banda, Styles está longe se sustentar apenas nela. Passeando pelo soft-rock em faixas como “Kiwi” e atingindo o auge em baladas como “Two Ghosts”, “From the Dining Table” e “Sign of the Times”, o cantor mostrou versatilidade e desenvoltura suficientes para que o One Direction só seja lembrado quando realmente aparece
no setlist.

Entre as 17 faixas tocadas estavam duas que nem mesmo foram lançadas oficialmente, “Medicine” e “Anna”, além de uma cover que não data da época de maior parte do público — “The
Chain”, do Fleetwood Mac. Tudo isso para deixar bem claro: para além da boyband, Styles é um ídolo pop.

Abaixo, veja o set list completo da apresentação.

Harry Styles no Espaço das Américas, em São Paulo
1 – “Only Angel”
2 – “Woman”
3 – “Ever Since New York”
4 – “Two Ghosts”
5 – “Carolina”
6 – “Stockholm Syndrome” (música do One Direction)
7 – “Just a Little Bit of Your Heart” (música escrita por Harry Styles, originalmente gravada por
Ariana Grande)
8 – “Medicine”
9 – “Meet Me in the Hallway”
10 – “Sweet Creature”
11 – “If I Could Fly” (música do One Direction)
12 – “Anna”
13 – “What Makes You Beautiful” (música do One Direction)
14 – “Sign of the Times”

Bis:
15 – “From the Dining Table”
16 – “The Chain” (cover do Fleetwood Mac)
18 – “Kiwi”



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