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Foo Fighters e Queens of the Stone Age: ingressos para shows no Brasil custam entre R$ 220 e R$ 880




Foo Fighters e Queens of the Stone Age: ingressos para shows no Brasil custam entre R$ 220 e R$ 880


Venda para o público geral começa neste sábado, 21; apresentações acontecem entre fevereiro e março de 2018, em São Paulo, Porto Alegre, Curitiba e Rio de Janeiro

por Redação
16 de Out. de 2017 às 15:07

O Foo Fighters e o Queens of The Stone Age estão com uma turnê conjunta no Brasil marcada para o início de 2018. E, nesta segunda, 16, as bandas soltaram mais informações sobre os preços e venda dos ingressos para as apresentações que acontecerão em quatro capitais do país.

Os grupos liderados por Dave Grohl e Josh Homme passarão primeiro pelo Rio de Janeiro (estádio do Maracanã), no dia 25 de fevereiro, depois seguirão para São Paulo (no Allianz Parque), no dia 27, Curitiba (Pedreira Paulo Leminski), já no dia 2 de março, e Porto Alegre (estádio Beira-Rio), no dia 4.

Crítica: Josh Homme cai no glam rock no novo disco do Queens of the Stone Age

Os fãs que se cadastraram no site Eventim até o dia 27 de setembro e foram sorteados pela plataforma serão os primeiros a ter acesso aos ingressos, a partir das 10h desta terça, 17. Na quarta, 18, os usuários dos cartões Ourocard Black, Infinite, Nanquim, Platinum Estilo e Grafite Estilo do Banco do Brasil poderão adquirir as entradas e, a partir de 0h01 da quinta-feira, 19, todos os clientes Ourocard terão acesso a venda. O público geral poderá comprar os ingressos a partir de 0h01 do sábado, 21.

O preço varia de acordo com a localidade, mas no geral está entre R$ 220 (cadeira superior, no Maracanã) e R$ 880 (pista premium, na Pedreira Paulo Leminski). Há opção de meia-entrada. Mais informações abaixo.

Tanto o Foo Fighters quanto o Queens of the Stone Age lançaram novos discos nos últimos meses. A banda de Dave Grohl fez Concrete and Gold, nono álbum de estúdio, com colaboração do produtor Greg Kurstin (Adele, Tegan and Sara). Já o grupo de Josh Homme soltou Villains, nono LP de inéditas, no qual trabalhou com Mark Ronson. Além disso, Grohl e Homme são amigos e frequentes colaboradores (Grohl famosamente tocou bateria no disco Songs for the Deaf, de 2002, e eles têm até uma banda juntos, o Them Crooked Vultures).

Frequentadores constantes dos line-ups de grandes festivais no Brasil, Foo Fighters e Queens of the Stone Age já tocaram no Lollapalooza (FF em 2012 e o QoTSA em 2013), no Rock in Rio (QoTSA em 2001 e 2015 e FF em 2001) e SWU (QoTSA em 2010), entre outros eventos. A última excursão solo do Foo Fighters pelo Brasil aconteceu em 2015, enquanto a última passagem solo do Queens of the Stone Age foi no ano anterior.

Foo Fighters e Queens of the Stone Age no Brasil
Rio de Janeiro
25 de fevereiro (domingo)
Maracanã | Rua Professor Eurico Rabelo – Maracanã
Entre R$ 220 e R$ 720, com opção de meia-entrada. Venda no site da Eventim.

São Paulo
27 de fevereiro (terça-feira)
Allianz Parque | Avenida Francisco Matarazzo, 1705 – Água Branca
Entre R$ 270 e R$ 740, com opção de meia-entrada. Venda no site da Eventim.

Curitiba
2 de março (sexta-feira)
Pedreira Paulo Leminski | Rua João Gava, 970
Entre R$ 440 e R$ 880, com opção de meia-entrada. Venda no site da Eventim.

Porto Alegre
4 de março (domingo)
Estádio Beira-Rio | Avenida Padre Cacique, 891 – Praia de Belas
Entre R$ 250 e R$ 680, com opção de meia-entrada. Venda no site da Eventim.



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Pantera Negra se prepara para enfrentar vilão implacável em novo trailer – Vídeo


Pantera Negra se prepara para enfrentar vilão implacável em novo trailer

por Rolling Stone EUA

T’Challa (Chadwick Boseman) se prepara para defender sua futurista terra natal, Wakanda, na África, de uma formidável ameaça estrangeira no trailer recém-lançado de Pantera Negra. O filme tem estreia marcada para o ano que vem.

O vídeo alterna entre cenas serenas – T’Challa vagando pela natureza, tendo radiantes céus rosadas como plano de fundo – e intensas sequências de ação, incluindo um duelo centrado em carros e perseguições pelas ruas da cidade.

Assim como o teaser prévio, o novo trailer exibe o elenco recheado de novas caras (Angela Bassett como a mãe orgulhosa de T’Challa, Ramonda) e alguns rostos familiares (Martin Freeman vive o burocrata Everett Ross, que apareceu anteriormente em Capitão América: Guerra Civil, de 2016).

O vídeo também dá novos detalhes sobre Erik Killmonger, o violão badass e misterioso interpretado por Michael B. Jordan, que ameaça o reinado recém-começado de T’Challa. “Esperei a vida inteira por isso”, o violão entoa. “O mundo vai recomeçar. Vou queimar tudo.”

Ryan Coogler (Creed: Nascido para Lutar) assina a direção de Pantera Negra, que chega aos cinemas ao redor do mundo em fevereiro de 2018. O filme também é coestrelado por Lupita Nyong’o, Forest Whitaker, Danai Gurira e Andy Serkis.



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Com algumas surpresas, mas com o carisma de sempre, Paul McCartney mostra seu legado diversificado em São Paulo




Com algumas surpresas, mas com o carisma de sempre, Paul McCartney mostra seu legado diversificado em São Paulo


Ver o ex-beatle ao vivo continua sendo uma experiência imperdível que todo fã de música precisa aproveitar enquanto há tempo

por Paulo Cavalcanti
16 de Out. de 2017 às 04:05

Paul McCartney subiu ao palco do Allianz Parque neste domingo, 15, para mostrar ao já fiel público paulistano o show da turnê One on One. A performance teve praticamente o mesmo repertório mostrado ao público gaúcho na noite da última sexta, 13, quando o ex-beatle começou o giro pelo Brasil. Mas, naturalmente, ele mesmo assim fez com que as cerca de 45 mil pessoas presentes voltassem no tempo inúmeras vezes, sempre com grande emoção.

A apresentação começou por voltas das 21h05. McCartney, carregando o inconfundível baixo violino marca Hofner, se juntou a seus afiados músicos e deu início com “A Hard Day’s Night”, tema do filme homônimo lançado pelos Beatles em 1964. Ele não tocava esta música nas turnês anteriores que passaram por aqui, talvez pelo fato de o vocal ser feito predominantemente por John Lennon, na gravação. Sem problemas, a versão funcionou muito bem. A partir daí começou a bem amarrada mescla de canções solo, hits e lados B dos Beatles, tudo intercalado por uma ou outra surpresa no meio do caminho.

Na primeira parte da apresentação, o cantor e baixista reviveu clássicos dos Beatles (“Can’t Buy Me Love”, “Drive My Car”, “I’ve Got a Feeling”) e faixas da época em que liderava o Wings (“Junior’s Farm”, “Jet”, “Let me Roll it” – nesta, o músico demonstrou que também é um exímio guitarrista –, “Nineteen Hundred and Eighty-Five” e “Maybe I’m Amazed”). Ele também veio com “My Valentine”, balada jazzy endereçada a Nancy Shevell, a atual esposa dele.

Para “We Can Work it Out”, McCartney introduziu um violão e, desta forma, abriu o segmento acústico da apresentação. Convidando para “voltar ao passado”, tocou “In Spite of All the Danger”, canção do The Quarrymen, banda embrionária que ele tinha em Liverpool junto a Lennon, George Harrison e outras figuras que não entraram para a história. Esta porção da noite ainda teve “Love Me Do” ( o primeiro single do Fab Four, lançado em 1962), “And I Love Her” e “Blackbird”.

“Esta é para John. É sobre uma conversa que nunca tivemos a oportunidade de ter”. Foi assim que Paul McCartney apresentou e definiu “Here Today”, uma sincera homenagem a John Lennon, incluída no álbum Tug of War (1982).

Algo que sempre marca as performances do artista é que ele nunca fica somente preso a glórias do passado, ao contrário, sempre faz questão de destacar algum material contemporâneo. Em 2013, ele lançou o bom álbum New e, deste trabalho, veio com a balançada “Queenie Eye” e também a faixa-título – ambas, ele cantou ao piano. Ainda tocando o instrumento, mostrou “Lady Madonna”, dos Beatles. A principal surpresa, apesar de ela já ter feito parte do show de Porto Alegre, foi a execução de “FourFiveSeconds” a inusitada colaboração dele com Kanye West e Rihanna, lançada em 2015. A canção, que chegou a tocar em baladas e festas noturnas, recebeu um interessante arranjo para funcionar somente na voz de McCartney.

O dono do show voltou ao repertório com Beatles com a barroca “Eleanor Rigby”. Ainda dentro do setor de homenagens, teve “I Wanna be Your Man”, com a qual celebrou o baterista Ringo Starr e também os Rolling Stones, já que Lennon e McCartney cederam esta canção originalmente para Mick Jagger e cia. em 1963, como o músico contou à plateia. Com “Something”, é claro, o foco ficou em George Harrison. O tributo ao guitarrista morto em 2001 é sempre um momento muito bonito das apresentações de McCartney. A noite ainda teve o momento Sgt. Pepper’s Lonely Hearts Club Band com o vaudeville psicodélico de “Being For The Benefit of Mister Kite!” e a sempre impressionante “A Day in The Life” desaguando em “Give Peace a Chance”, outro tributo a Lennon.

“Esta vocês vão cantar junto. Mas quando eu der o sinal, vocês estarão por sua própria conta”. Assim, quando os primeiros acordes de piano de “Ob-La-Di, Ob-La-Da” foram ouvidos, quem tem experiência em shows de Paul McCartney já sabia que chegava a hora dos ex-beatle tocar aquelas canções que não faltam de forma alguma nas performances dele. Elas foram, na sequência, “Band on the Run” (faixa-título do LP que lançou com os Wings em 1973), a paródia/homenagem aos Beach Boys “Back in The U.S.S.R.” e a solene “Let it Be” – outro belo momento, com o estádio todo iluminado pelos celulares.

Na hora de “Live and Let Die”, tema do filme Com 007 Viva e Deixe Morrer (1973), a pirotecnia se fez presente com fogos de artifício e explosões emanando do palco e encantando os fãs. Depois deste ponto alto, o ex-beatle colocou todo mundo para cantar ao som de “Hey Jude”. Ela falava: “Agora, os manos”; depois, “agora, as minas”. Enquanto isso, os fãs no estádio inteiro seguravam placas como o refrão “Na Na Na”. Neste clima triunfante de “cante junto”, Paul McCartney encerrou a parte principal da apresentação.

Para o bis, ele voltou segurando um bandeira do Brasil enquanto os músicos empunhavam uma bandeira da Inglaterra e outra do movimento LBGT. Acompanhado apenas pelo violão, ele recomeçou com “Yesterday”. Após a breve “Sgt. Pepper’s Lonely Hearts Club Band” (reprise), quem estava no Allianz para ouvir puro rock and roll se esbaldou com as pesadas “Helter Skelter” e “Birthday”, ambas de The Beatles (1968), mais conhecido como Álbum Branco.

Depois de agradecer banda, técnicos, organização e público, McCartney anunciou que era hora de partir. Ele veio com a sequência que encerra o LP Abbey Road (1969): “Golden Slumbers”, “Carry That Weight” e “The End”, com os músicos de McCartney recriando todos os solos, harmonias e nuances da gravação original dos Beatles. Por volta de 23h40, McCartney e banda deixaram o palco.

Com um catálogo de sucessos tão vasto é natural que algumas canções importantes sejam sacrificadas. Nesta turnê, ele vem deixando de lado “My Love”, “The Long and Winding Road” e “All My Loving”. Mas se alguns fãs sentiram estas ausências, o resto compensou. Ao longo da apresentação, McCartney se expressou muito em português (lendo as frases na nossa língua, depois de pronunciá-las em inglês), mas nada soou forçado. As tentativas dele de falar gíria foram hilariantes. Aos 75 anos, a voz do músico apresenta algum desgaste, mas conforme o show foi avançando e as cordas vocais dele foram esquentando e tudo se ajustou. Agora, o ex-beatle tem apresentações agendadas em Belo Horizonte (Estádio Mineirão, dia 17) e em Salvador (Estádio Fonte Nova, dia 2).



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Em HQ, Fábio Moon, Gabriel Bá e Neil Gaiman promovem balada fantástica na Londres dos anos 1970




Em HQ, Fábio Moon, Gabriel Bá e Neil Gaiman promovem balada fantástica na Londres dos anos 1970


História tem base em história de Laerte: “Era uma chance de tratar de um tema que nos é querido, trabalhando a partir do conto de um autor que admiramos e ainda criando um diálogo visual com outra pessoa que, como o Gaiman, foi fundamental na nossa formação”, diz Bá

Os nomes dos gêmeos e quadrinistas brasileiros Fábio Moon e Gabriel Bá estão lado a lado ao do escritor Neil Gaiman na capa de Como Falar com Garotas em Festas, que adapta para o formato de quadrinhos um conto de 2006 do autor da série Sandman e do livro Deuses Americanos. O álbum chega às livrarias brasileiras às vésperas do lançamento de sua versão para o cinema, em um longa estrelado pelas atrizes Elle Fanning e Nicole Kidman e dirigido pelo cineasta John Cameron Mitchell.

O título com tom de autoajuda esconde nuances dignas da mente de um dos grandes mestres da literatura fantástica das últimas décadas. “O mais legal do texto do Neil Gaiman foi mantido: o ritmo da escrita, os diálogos, o jogo de palavras, tudo o que ele faz melhor do que ninguém”, diz Moon. Ele e o irmão tiveram liberdade plena para criar a partir do enredo concebido pelo escritor inglês e contaram com o auxílio de Gaiman, que enviou fotos dele aos 15 anos, na época em que se passa a história, para ajudar na composição dos protagonistas.

O quadrinho narra a ida dos amigos adolescentes Enn e Vic a uma festa no sul de Londres com o propósito de conhecer garotas. O passeio ganha contornos fantásticos conforme os dois vão interagindo com as anfitriãs.

“Pudemos manter quase todo o texto e expandir a história visualmente”, conta Bá. “Não tínhamos um limite de número de páginas e isso nos possibilitou trabalhar melhor a narrativa e o ritmo visual da história.” Em meio a essa expansão visual, constam as cores em aquarela do gibi. “A história se passa nos anos 1970, e fazer um livro todo colorido à mão numa época em que quase todos os quadrinhos são coloridos no computador ajuda a dar outra cara para a HQ”, afirma Moon.

Leitores já habituados aos artistas notarão, inclusive, um diálogo entre o enredo de Gaiman e os trabalhos iniciais de Moon e Bá, focados principalmente em relacionamentos. Foi exatamente essa ligação que motivou a editora norte-americana do projeto, Diana Schutz, a fazer a ponte entre o trio.

“Essa temática do relacionamento sempre nos interessou. Acreditamos que seja o tipo de coisa que pode ser muito bem trabalhada em quadrinhos, escolhendo o close certo, a troca de olhares, a intimidade da leitura que seduz o leitor”, reflete Bá. A semelhança da trama de Gaiman com Fadas e Bruxas, conhecida história da quadrinista Laerte, envolveu os dois ainda mais com a HQ. “Era uma chance de tratar de um tema que nos é querido, trabalhando a partir do conto de um autor que admiramos e ainda criando um diálogo visual com outra pessoa que, como o Neil Gaiman, foi fundamental na nossa formação”, conclui.



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Paul McCartney sempre imperdível: ex-beatle começa novo giro pelo Brasil com show carregado de emoção em Porto Alegre – Galeria



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Daniela Mercury, Karol Conká e Johnny Hooker se apresentam na estreia do Festival Pilantragi




Daniela Mercury, Karol Conká e Johnny Hooker se apresentam na estreia do Festival Pilantragi


Evento ainda reúne em São Paulo Bixiga 70, Karina Buhr, Samuca e a Selva e Coco de Oyá

por Redação
14 de Out. de 2017 às 08:29

A Pilantragi é uma festa que celebra a produção musical brasileira e ocupa o calendário da noite da capital paulista desde 2012. Ela cresceu e agora vai ganhar uma versão em formato de festival. O evento de estreia acontece no próximo dia 21 de outubro, no Estádio Ícaro de Castro Melo, em São Paulo.

O debute conta com Daniela Mercury e Karol Conká como principais headliners. Os paulistanos do Bixiga 70, o recifense Johnny Hooker, a baiana Karina Buhr, Samuca e a Selva e Coco de Oyá completam o line-up. Nos intervalos, Telefunksoul (BahiaBass/Salvador), Tahira, PG, Lia Macedo, Fred Lima e Rodrigo Bento assumem o som com discotecagem.

O festival terá outras atividades, como performances do Circo no Beco, Maravilhosas Corpo de Baile, Marquesa Amapola, Animalia e Manu Yael. Os VJs Micra e Luancito assinarão as intervenções visuais e Donizete de Paula e Natasha Ferreira, do Dnarte, farão maquiagens tribais. Os artistas Julia Montanarini, Silvia Strass, Catharina Gushiken e Os Paulestinos, coletivo formado por Atila Fragozo e Renoir Santos, farão live painting, e o espaço terá uma exposição fotográfica de Mariana Cobra com registros do carnaval paulistano de 2017.

Os ingressos para a festa já estão à venda, custam entre R$ 100 e R$ 240, com opções de meia-entrada.

Festival Pilantragi
21 de outubro, sábado, das 11h às 22h
Estádio Ícaro de Castro Melo (Estádio do Ibirapuera) – Rua Manoel da Nóbrega, 1361
Entre R$ 100 e R$ 240, com opção de meia-entrada. À venda no site Ingresse.



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“Dor excruciante”, diz Marilyn Manson sobre acidente com cenário de show que quase o matou




“Dor excruciante”, diz Marilyn Manson sobre acidente com cenário de show que quase o matou


“Certamente poderia ter esmagado meu crânio e minhas costelas”, relembra

por Rolling Stone EUA
13 de Out. de 2017 às 20:59

Marilyn Manson deu detalhes sobre o terrível e perigoso acidente que sofreu recentemente no meio de um show. Em 30 de setembro, Manson estava tocando no Hammerstein Ballroom, em Nova York, quando parte do cenário dele, duas enormes pistolas de mentira, caíram em cima dele. O músico teve que cancelar nove datas e até hoje sofre com dores na perna, onde ficou ferido. “Só recentemente fui assistir ao vídeo da queda [que viralizou e pode ser assistido abaixo]”, disse o artista ao Yahoo. “Assistindo dá para entender porque todo mundo achou apavorante. Foi apavorante para mim, porque não estava bem preso.”

A apresentação em questão era apenas a terceira da porção norte-americana da nova turnê dele, que promove o disco Heaven Upside Down. Manson estava cantando havia mais ou menos uma hora quando, durante a performance de sua famosa cover de “Sweet Dreams (Are Made of This)”, do Eurythmics, se agarrou ao cenário e uma delas tombou em cima dele, esmagando os ossos de sua perna direita.

Manson explicou que não estava “tentando escalar”, na verdade queria “empurrar para tirar do caminho”. “Quebrei a fíbula em dois lugares diferentes. A dor era excruciante.”

Ele foi do show direto para o hospital e, após realizar vários exames, acabou inserindo uma placa e onze parafusos ósseos. Desde então, está engessado e se recuperando em casa, em Los Angeles.
Apesar de tudo, o artista se sente grato por não ter acontecido algo pior. “Certamente poderia ter esmagado meu crânio ou minhas costelas. Tenho alguns machucados menos graves nessas regiões. Precisou de seis caras para tirar aquilo de cima de mim. Foi como entrar em uma luta livre com um monstro gigante de ferro.” Manson ainda lamentou que tenha sido obrigado a interromper a turnê, mas afirma que vai voltar em breve. A próxima apresentação ainda marcada é a de 5 de novembro, na Califórnia.



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Ex-guitarrista do Guns N’ Roses revela que está com problema grave no coração: “Poderia morrer amanhã”




Ex-guitarrista do Guns N’ Roses revela que está com problema grave no coração: “Poderia morrer amanhã”


Buckethead descobriu recentemente uma arritmia que dificulta os movimentos dele

por Redação
13 de Out. de 2017 às 20:28

Buckethead, que ficou mais conhecido por ter sido guitarrista do Guns N’ Roses entre 2000 e 2004, revelou durante uma entrevista ao podcast Coming Alive que está com problema grave no coração.

O músico, nascido Brian Patrick Carroll e que já colaborou também com gente como Iggy Pop e Mike Patton, foi diagnosticado recentemente com uma espécie de arritmia. Ele convivia com a condição há anos, mas ele só a descobriu porque houve uma piora no quadro que, segundo ele, tornou difícil até para que ele ande de um lado para o outro do cômodo.

“O médico disse que eu estava prestes a ter um derrame. Eles sugeriram um procedimento no qual se congela o coração para fazer algo com os nervos. Porque o coração, em si, está bom, é uma condição genética”, explicou. “Estou sempre ciente das batidas do meu coração e da intensidade delas, é assustador. Mas tem o lado positivo, que é que agora estou fazendo todas as coisas que tenho vontade. Eu poderia morrer amanhã.”

Veja o músico tocando no Rock in Rio.



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Guitarrista de Paul McCartney: “Tenho que respeitar o material original e refazer com perfeição os solos criados por George Harrison”




Guitarrista de Paul McCartney: “Tenho que respeitar o material original e refazer com perfeição os solos criados por George Harrison”


Rusty Anderson também tem uma prolífica carreira solo

por Paulo Cavalcanti
13 de Out. de 2017 às 16:12

Paul McCartney está novamente no Brasil. Nesta sexta, 13, o ex-beatle subirá ao palco do Estádio Beira-Rio, em Porto Alegre, para a primeira performance da turnê brasileira. Como sempre, traz com ele um grupo de músicos competentes, que há anos o acompanham nos longos shows. Um dos principais integrantes do núcleo da banda de McCartney é o guitarrista Rusty Anderson, que conversou brevemente com a Rolling Stone Brasil sobre a experiência de tocar com o ex-beatle.

Fã dos Fab Four desde que era criança, claro que ele considera uma grande honra tocar com McCartney. “Na hora, eu preciso criar e dar o meu toque pessoal às canções”, ele conta sobre a dinâmica no palco. “Mas ao mesmo tempo, também tenho que respeitar o material original, e assim refazer com perfeição os solos criados originalmente por George Harrison e pelos guitarristas que Paul usou em toda a trajetória solo.”

O músico norte-americano relata que se diverte bastante durante os shows, já a turnê atual de McCartney traz inúmeras canções que ele gosta de tocar. “Ah, ‘Helter Skelter’ é mesmo umas das melhores, ela é bem pesada e tem muitas nuances”, exemplifica, acrescentando que a nova abertura das performances, com “A Hard Day’s Night”, tem sido fantástica. “É uma grande canção para se tocar ao vivo, dá para explora bastante.”

Além de tocar com Paul McCartney, Rusty Anderson é um requisitado músico de estúdio e tem uma interessante carreira solo, tendo lançado quatro álbuns. Anderson já tocou com Elton John, Neil Young, Slash, The Bangles, Courtney Love, Stevie Wonder, Stewart Copeland e muitos outros. “O hit ‘Livin la Vida Loca’, do Rick Martin’, bem, a guitarra é minha”, ele conta. A faixa “Points of Interest” deu notoriedade a Anderson depois que foi incluída, em 2014, na trilha sonora da série The Big Band Theory. “Tocar com Paul é um trabalho em tempo integral, mas ainda faço as minhas coisas, como meus discos solo e estes trabalhos de estúdio.” Mesmo com tantas atividades, em maio do ano passado Anderson lançou o disco RAA, o quarto da carreira solo.

Neste domingo, 15, Rusty Anderson e Paul McCartney estarão no Allianz Parque, em São Paulo. Na semana que vem, eles tocarão em Belo Horizonte (Estádio Mineirão, dia 17) e em Salvador (Estádio Fonte Nova, dia 20).



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Stranger Things: trailer final tem mais perigos e novos personagens




Stranger Things: trailer final tem mais perigos e novos personagens


O Mundo Invertido continua dando problemas para Eleven, Will e os outros moradores de Hawkins, Indiana

por Rolling Stone EUA
13 de Out. de 2017 às 14:26

Duas semanas antes de estrear a segunda temporada de Stranger Things, foi liberado o trailer final da aclamada série de ficção científica/terror/nostalgia da Netflix.

O novo vídeo começa com Eleven (Milly Bobbie Brown) morando sozinha na floresta e vivendo dos waffles Eggo de que tanto gosta. Conforme já tinha sido indicado nos outros dois trailers divulgados, a ruptura do Mundo Invertido na primeira temporada continua apresentando novas consequências, um ano depois, para os moradores de Hawkins, Indiana, especialmente para Will Byers (Noah Schnapp), que passou a maior parte dos episódios preso nessa outra dimensão.

O trailer traz diversas cenas de ação, mas não apresenta muitas notícias em termos de trama. Uma novidade é que as crianças são vistas entrando no Mundo Invertido, mas sem Will, que é necessário para destruir o monstro. Os novos personagens interpretados por Paul Reiser e Sean Astin também são vistos rapidamente.

Stranger Things 2 estreia na Netflix em 27 de outubro.



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